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Sexo com amor? Novo filme brasileiro estréia hoje

Posted on: fevereiro 1, 2008

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Sexo é a manifestação física do amor que eu sinto por você”: a malandragem da frase, dita à personagem de Carolina Dieckmann por seu amante, resume bem o clima da comédia “Sexo com amor?”.

O filme, que marca a estréia do diretor Wolf Maya no cinema, tem a traição como tema central e gira em torno de três casais às voltas com problemas de relacionamento.

Os seis vão se encontrar numa reunião na escola dos filhos, depois que as crianças são flagradas com um livro erótico. Como explicar a sexualidade para as crianças quando nem mesmo eles, adultos, a entendem?

Divulgação

Carolina Dieckmann estréia no cinema no longa-metragem “Sexo com amor?”

“Sexo com amor?” também marca outra estréia, a de Dieckmann na telona. “Foi muito gostoso fazer cinema, quero repetir”. Ela interpreta a professora Luísa, que acaba se apaixonando por um homem casado, vivido por Wilker. “A Luísa é romântica como eu, mas jamais teria um relacionamento com um homem casado, porque sou contra”.

A trama, que reúne um elenco de estrelas da TV brasileira, apresenta os sofisticados Jorge (José Wilker) e Mônica (Marília Gabriela), os imaturos Rafael (Reynaldo Gianecchini) e Paula (Malu Mader) e os suburbanos Pedro (Eri Johnson) e Mara (Maria Clara Gueiros), todos à beira de um ataque de nervos causado por ciúmes, infidelidade e fantasias eróticas.
“Não tenho nada em comum com meu personagem, nunca tive essa coisa de ter casos”, diz Reynaldo Gianecchini, que interpreta Rafael, um “garanhão que trai a esposa com tudo quanto é mulher. Na tela, ele protagoniza cenas “calientes” ao lado das personagens de Danielle Winits, Guilhermina Guinle e Nanda Costa. “Para dizer a verdade, eu nem sei o que é trair; tive de me inspirar em outras pessoas que conheço para construir o personagem”, acrescenta.

Divulgação

Reynaldo Gianecchini encarna o infiel Rafael em cena do filme de Wolf Maya

Para a dupla de atores, a questão central da comédia não é a disputa entre homem e mulher, mas entre sexo e amor, desejo e afeto, além dos encontros e desencontros causados por esse embate. “Ter sexo com amor é a junção dos deuses, é sempre melhor, mas nem sempre é possível”, diz Gianecchini. “Tem fases na vida em que você quer sexo sem amor e está valendo”, completa.

“Na verdade acho complicado sexo sem amor, sexo com amor está infinitamente acima. Mas, de repente, o sexo sem amor permite que você trepe muito e depois vá para a sua casa, deite na sua cama, que é só sua, se esparrame inteira, tome seu banho e ligue o seu ar condicionado, sem ter que dar satisfação pra ninguém. Acho que tem muito a ver com temperamento das pessoas”, diz Carolina Dieckman.

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